Big data para o bem comum

Julie Ricard, Natalie Grover News

Big Data para o Bem Comum

16-17 de Maio 2019
São Paulo SP

Durante a última década, vivemos uma “revolução de dados”. A maioria de nossas ações e interações como seres humanos e sociedades são mediadas ou capturadas por dispositivos e serviços digitais, deixando assim um rastro digital. Nossas vidas e sociedades estão cada vez mais digitalizadas e codificadas em dados (ou “datafied” em inglês).

Através desses novos dados e tecnologias podemos estudar e conhecer a realidade social em um nível sem precedentes de granularidade, tanto temporal quanto geográfica, e com alto grau de sofisticação. A promessa é que esses dados permitirão um aprimoramento na tomada de decisões e na formulação de soluções baseadas em evidências, em diversos cenários de desafios relacionados ao desenvolvimento.

“Big Data para o Bem Comum”, é um evento organizado em parceria pela Data-Pop Alliance, a University of Manchester e o FGVcemif com o propósito de articular idéias, debater com o público interessado, identificar oportunidades e formular propostas para possíveis projetos na área de “dados para o desenvolvimento e o bem-comum” no Brasil.

Agenda preliminar

Manhã

Conferência aberta ao público

Participantes: ~ 100 (aberto a tod@s interessad@s)

  • Apresentação do evento e de seu propósito
  • Apresentação dos parceiros: Data-Pop Alliance, University of Manchester e FGVcemif
  • Painéis sobre as experiências que inspiram os três eixos de trabalho: (1) compartilhamento de dados, (2) alfabetização de dados e (3) big data para entender a criminalidade urbana
  • Encerramento
Tarde

Grupos de trabalho paralelos: 1a sessão

Participantes: ~ 15 a 20 por grupo (restrito a convidad@s)

Objetivos: aprofundamento nas experiências da DPA e dos participantes. Discussão do tema no contexto brasileiro)

Grupo 1: “Compartilhar dados do setor privado para o bem-estar público, de maneira ética, escalável e protegendo a privacidade dos indivíduos”, com Dr. Emmanuel Letouzé (Data-Pop Alliance, MIT), Aron Belinky (FGV)

Grupo 2: “Alfabetização de Dados”, com Data-Pop Alliance e Universidade de Manchester (Prof Jackie Carter), Eduardo Diniz (FGV)

Grupo 3:  “Big data para entender dinâmicas, fatores de risco e o impacto da criminalidade urbana” Julie Ricard (Data Pop Alliance)

Manhã

Grupos de Trabalho paralelos: 2a sessão

Participantes: ~ 15 a 20 por grupo (restrito a convidad@s)

Objetivos: identificação de oportunidades e formulação de propostas para possível atuação no Brasil. Proposição de próximos passos sobre o  tema). Mesmos grupos do dia anterior.

Cada grupo de trabalho contará com um coordenador e com um “notetaker” (designados pelos organizadores) que terão como responsabilidade preparar o trabalho do grupo, identificar participantes, organizar as discussões e relatá-las na plenária de encerramento.

Tarde

Plenária de encerramento

Participantes: ~ 45 a 60 (tod@s integrantes dos GT)

Compartilhamento das conclusões dos Grupos de Trabalho e definição de próximos passos.

  • Cada um dos grupos de trabalho apresenta um resumo de suas atividades, conclusões e eventuais propostas de encaminhamento.
  • Discussão aberta sobre possíveis continuidades e estabelecimento de parcerias e atividades com a DPA no Brasil.

 

Sobre os organizadores

A Data-Pop Alliance é um think-tank co-criado pelo MIT Media Lab, Harvard Humanitarian Initiative e o Overseas Development Institute (ODI), reunindo profissionais de diferentes áreas trabalhando sobre aplicações e implicações de Big Data e Inteligência Artificial, no âmbito do desenvolvimento sustentável e políticas públicas. Data-Pop Alliance possui atividades em diferentes países, incluindo Colômbia, México e Chile, articuladas em três áreas: pesquisa, capacitação em data literacy e apoio estratégico.

Universidade de Manchester (UoM), por meio do programa “Q-Step” está fomentando habilidades estatísticas e quantitativas de estudantes de graduação em ciências sociais. O “Q-Step” foi desenvolvido como uma resposta estratégica à escassez de graduados em ciências sociais com habilidades quantitativas. Manchester é um dos 15 centros que participam do programa, e está explorando a expansão do programa além das fronteiras britânicas.

GVcemif é um Centro de Estudos da Escola de Administração de Empresas de São Paulo e tem como missão promover a reflexão, a análise, a produção e disseminação de conhecimento, a formulação de estratégias e a proposição de mudanças institucionais,  tendo como eixos norteadores a inclusão financeira e o desenvolvimento local.